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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Fast Review: Motoqueiro Fantasma - Máquina de Vingança

Original: All-New Ghost Rider #1 a #6 (2014)
Editora: Marvel / Panini
Roteiro: Felipe Smith
Arte: Tradd Moore

O auge do Espírito de Vingança foi nos anos 90.

Ele era peça chave das histórias da Marvel e incorporou o massavéio de uma maneira singular. Sendo um personagem de nicho, o Motoqueiro Fantasma e a sua mitologia nunca foram tão explorados desde os anos 90. 

Desde o seu auge, o Motoqueiro só afundou. Sendo jogado de lado até nas próprias revistas, ele correu por fora nos títulos originais da Marvel e nunca mostrou uma expressividade.

Em meados dos anos 2000, diversos retcons ocorreram com o personagem, mas nada fez com que Johnny Blaze voltasse ao primeiro escalão dos (anti) heróis. 

Em 2014 a Marvel divulga que abordaria a mitologia do Motoqueiro de forma diferente. No cânone, os Espíritos de Vingança são pessoas mortas que buscam obviamente: Vingança.

Roberto Reyes, um jovem hispânico que mora sozinho com seu irmão deficiente, se esforça o máximo para estudar no centro comunitário de sua região e trabalhar na oficina de carros de um amigo. Reyes participa de rachas para ajudar na educação e na saúde do seu irmão que, além de possuir problemas motores e mentais, sofre bullying no colégio.

Ao roubar um carro na oficina onde trabalha, Reyes é assassinado pelos capangas de um mafioso local que havia escondido drogas mutantes no porta malas. Um novo espírito de Vingança, Eli, assume o corpo de Roberto e o alimenta com vingança.

Essa nova pegada na mitologia do Motoqueiro, que agora é um Motorista, é muito bem vinda para uma renovação no personagem.

Nota: Roberto Reyes deu tão certo como Motoqueiro Fantasma que já é parte presente da série Agentes da Shield e é especulada uma série solo para ele.


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