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12 de junho de 2017

Fast Review: Batman 2



Original: Batman 2-3
Editora: DC / Panini
Roteiro: Tom King
Arte: David Finch, Matt Banning

Um casal com um garoto num lugar perigoso. Alguém morre. Lá em Detective Comics 27, as vítimas foram Thomas e Martha Wayne. A fórmula deu certo e foi repetida algumas vezes. Prometheus (o vilão, não o filme do Ridley Scott) teve origem semelhante. Em Flashpoint, a vítima foi o pequeno Bruce, o que enlouqueceu seus pais. Mas, nessa segunda edição de Batman, ninguém morre. Batman aparece e salva a todos (mais ou menos como no início do filme de 1989).

Ninguém morre, mas uma vida é transformada da mesma maneira. O garoto com os pais fica fascinado pela figura do Batman. A empolgação é tanta que acaba contagiando a irmã, que nem estava na cena. Juntos, eles estudam e se dedicam, tal qual Bruce, e anos mais tarde voltam para proteger sua cidade como Gotham e Gotham Girl.

Tom King escreve muito bem. Pela primeira vez em muito tempo, Batman não está fugindo de uma possível ajuda. Não está convencendo alguém a desistir e reforçando que aquela cidade é dele. Batman abraça os novos heróis de um jeito como nunca vi antes. Não sei ainda o que virá dessa relação entre os heróis, mas o interesse por esse novo relacionamento cresce a cada página.



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