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15 de maio de 2017

Fast Review: Batman 1



Original: Batman: Rebirth / Batman 1
Editora: DC / Panini
Roteiro: Tom King e Scott Snyder
Arte: David Finch e Mikel Janin

Outro dia estava discutindo com alguns amigos se o Batman é um super-herói ou um vigilante.  Teve quem defendesse que ele é um vigilante, pois não tem poderes para ser um super-herói. Também teve quem dissesse que todo herói é um vigilante e, assim, o Batman estaria nas duas categorias. Teve gente saindo pela tangente, dizendo que “depende de qual ver são do Batman” estávamos falando. Olha, se subir em um avião em queda, colocando a própria vida em risco para salvar os passageiros, não é ação de super-herói, eu não sei o que é.

Esse é um dos momentos mais marcantes da primeira edição de Batman após o Renascimento. De um momento para o outro, sem grandes recursos disponíveis, o cruzado de capa se vê obrigado a “pilotar” um avião do lado de fora das fuselagens. Essa é a primeira história de Tom King comandando a mensal do morcego e não decepciona.

O final da edição traz uma surpresa para o Batman, que vai marcar as próximas histórias e o conceito de “minha cidade”, que o personagem gosta tanto de repetir. Já houve um vislumbre disso no especial do Renascimento, mas a aparição nas últimas páginas abre um grande leque de possibilidades e um novo momento para o Cavaleiro das Trevas.

Antes disso, porém, na história que marca a passagem de bastão de Scott Snyder para King, Batman enfrenta o Homem-Calendário. Um conto simples e bem rico, que marca muito bem essa mudança de fase.



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