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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

TOP 5 - Tirando a poeira do seu antigo console


Não, esse não é um tutorial de como limpar seu videogame velho, mas você precisa que ele esteja em boas condições para jogar o que reunimos neste belo post colaborativo.
A nova geração já está ai a um tempinho, mas tem uma galera que ainda tem seus velhos consoles pegando poeira, ou não, já que está caro se manter atualizado. Então trazemos pra vocês jogos que talvez passaram batidos e podem dar uma sobrevida aos seus antigos companheiros de jogatina.

5 - CALL OF JUAREZ: BOUND IN BLOOD (PCB)
     Para: PlayStation 3, Xbox 360 e PC.


Era uma vez um game top no velho-oeste chamado Red Dead Redemption, que nos levou a colocar um chapéu de caubói e assistir a filmografia do Sergio Leone. Porém, um ano antes saiu um jogo bem legal que também tinha pistoleiros andarilhos e bandidos a cavalo, chamado Call of Juarez: Bound in Blood. Basicamente, era um R.D.R. com visão em 1ª pessoa e com enredo mais linear (se bem que tinha seus momentos de “mundo aberto”), que mostrava a história de dois irmãos veteranos da Guerra Civil indo atrás de um tesouro (e de uma mulher). Jogabilidade interessante e enredo bem da hora, no melhor estilo western.

4 - OVERLORD (Bambu)
     Para: PlayStation 3, Xbox 360, PC, WII (Overlord: Dark Legend) e DS (Overlord: Minions)


“Como é bom ser malvado”, lançado em 2007, Overlord e Overlord II, em 2009, tem uma premissa simples e divertida, que você seja um vilão. Você é despertado por um velho minion, Krazak. Depois de um longo tempo após ter sido derrotado e aprisionado pelos heróis, você comanda uma horda de minions, que é grande graça do jogo. Temos 4 tipos de minions:

-Marrons: causam mais danos e são mais resistentes.
-Vermelhos: São imunes ao fogo e podem atacar de longe com bolas de fogo.
-Verdes: São imunes a venenos, ficam invisíveis quando parados.
-Azuis: A única classe imune a magia e a água, podem reviver os outros minions, mas também são os mais fracos.

Junte tudo isso a elfos, anões, humanos e monstros e temos um jogo de RPG e ação extremamente divertido, com puzzles bem elaborados e uma grande satisfação em destruir tudo no cenário e obviamente os inimigos.

Uma pena que foi um jogo que não recebeu tanta atenção, apesar de notas boas não teve boas vendas, tem uma base de fãs que esperam que a Codemasters faça o III, recomendo jogar em espanhol que tem uma dublagem mais tosca e que deixa o jogo mais engraçado e não joguem o Overlord: Fellowship of  Evil  que é uma bomba.

3 - NO MORE HEROES (Capitão)
     Para: Wii e PlayStation 3


Produzido pelo nosso querido Suda51, No More Heroes traz um estilo visual único, além de um excelente roteiro e progressão de jogo. Nele controlamos o "punk pop" Travis Touchdown, e temos que derrotar 10 assassinos para tomar o primeiro lugar da United Assassins Association, fazer uma grana e conquistar uma gata. Tudo embalado por uma trilha sonora de altíssima qualidade.

Se você é um dos odiadores do controle de movimento do Wii, saiba que nesse game ele é usado da melhor forma possível, normalmente em movimentos para finalizar combos com a katana elétrica de Travis.

O game ainda conta com várias referências a cultura pop, críticas sociais e um humor diferenciado. Além de possuir um pequeno mundo aberto para você desfrutar das missões secundárias e ficar de rolé com sua motoca.

Acho legal lembrar que a versão de PS3 recebeu um puta tratamento gráfico, e que o segundo geme para Wii tem um dos melhores visuais vistos no console.


2 - DANTE’S INFERNO (PCB)
     Para: Xbox 360, PlayStation 3 e PSP



Dante’s Inferno é um joguinho de 2010 que tem uma jogabilidade tipo God of War, o que levou muita gente a ignorar o game por ser uma cópia. Porém, isto não tira o mérito da trama interessante, que usa como base o clássico texto A Divina Comédia pra mostrar a saga de um guerreiro indo até o inferno atrás de sua amada. Toda esta “mitologia cristã” explorada no game é muito legal, e é uma pena que a EA não tenha feito uma sequência do game até agora.

1 - BINARY DOMAIN (Capitão)
     Para: Xbox 360, PlayStation 3 e PC


Este é o resultado da junção de Gears of War com qualquer (bom) livro de distopia com robôs. Durante os primeiros 30 minutos do game a sensação é de que é uma cópia japa de Gears, mas no primeiro plot twist do jogo já da pra ver o potencial do mesmo.

A maioria lembra dele pelo controle de voz, onde você respondia perguntas e comandava os seus aliados, e dependendo de suas decisões o relacionamento com eles mudava.

O nível de destruição dos inimigos, a variação de ambientes e a construção do relacionamento entre os personagens torna o jogo todo uma peça rara. É impossível chegar ao final de Binary Domain sem querer mais dessa experiência, e também sem perceber como o jogo está pronto para ter uma continuação.


E vocês, tem algum joguinho pra indicar? Vamos lá, tirando o Lojinha, todo mundo aqui é pobre e não tem grana pra comprar o PS4.

Atos Finais