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27 de junho de 2016

Dragon Ball Super: A Saga de Champa

Resenha da PRIMEIRA saga (de verdade) do substituto de Dragon Ball GT.

Se em Dragon Ball GT, o Vegeta de Bigode já era ruim, temos isso em Dragon Ball Super

Quem já assistiu A Batalha dos Deuses já deve saber, mas se não assistiu (assista ou vá embora!), vai aqui curta introdução: existem vários universos paralelos (12 pra ser exato), cada um possuindo seus próprios Deuses da Construção (Kaioshins) e da Destruição (como o Bills), e essa é a premissa básica de Dragon Ball Super.


Nessa saga, o irmão(?) do Bills e Deus da Destruição do universo vizinho, Champa, vem disputar com Bills pra ver qual dos universos é o melhor, de uma maneira engraçada e até esperada, já que pros dois, só uma coisa é relevante no universo... a comida. "Derrotado", já que as comidas da Terra são as melhores, Champa lança o seguinte desafio para Bills: cada um reunirá os melhores lutadores dos seus universos pra um torneio, se o Champa ganhasse, ele ficaria com algo do universo do Bills (a Terra), e se Bills vencesse, o Champa cederia algo do universo dele... Super Esferas do Dragão, do tamanho de planetas e que podem realizar qualquer desejo (ao contrário das da Terra e Namekuseidin, que tem limitações).


Com isso temos início a um das coisas mais comuns dentro da série Dragon Ball, um torneio de artes marciais, onde de um lado estão Goku, Vegeta, Piccolo, Buu e Monaka (que segundo Bill é o cara mais forte que ele já enfrentou), e do outro, 5 dos melhores lutadores do universo do Champa. Cada competidor enfrenta um adversário de outro universo, quem perder é substituído por outro do mesmo universo, e assim por diante até ao restar um, cujo o universo de origem é o vencedor.


Pontos positivos: novos personagens bem interessantes, com destaque pra 3: Cabba, um Saiyadin do outro universo, onde em a raça é mais humilde e protege planetas em vez de destruí-los; Frost, uma versão alternativa do Freeza que pode ou não ser mais parecido com sua contraparte do que aparenta; e por fim Hitto, um assassino de aluguel lendário e o cara mais forte do outro universo.


Temos lutas legais, com destaque pras lutas do Vegeta contra o Cabba, onde o último aprende a virar Super Saiyadin na base do cacete, e a luta final do torneio, do Goku contra o Hitto, que é bem massavéia.


Além da ação, também temos boas cenas de humor durante toda a saga, com destaque pra cena onde descobrimos o tamanho dos seios da Bulma (sempre ela).


O ponto negativo da série, e que afeta bastante não só essa série, mas também todas as séries produzidas pela Toei, é a qualidade bem preguiçosa de animação da série, fato bem criticado inclusive pelo criador da série, o Akira Toriwama.

E não é à toa que até ele reclamou...
Em resumo, temos uma saga bem maneira cujo maior problema é a economia desnecessária feita pela Toei, que quer lucrar ao máximo com Dragon Ball (caso contrário, talvez Dragon Ball Super nem teria sido feito). Se é pra fazer uma nova série, que faça bem feito.

Involucão
Nota: 7,9

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