Novidades

12 de abril de 2016

Quinze minutos em Dark Souls III



Tudo começou em Bloodborne.


Eu já disse a vocês que Bloodborne foi uma das experiências mais marcantes da minha vida, mas acho que não mencionei que nunca havia jogado um Dark Souls antes. Logo, fui meio que virgem para Dark Souls III, e acho que minha experiência em quinze minutos foi tão densa que merece um post.

A primeira coisa que fiz foi me acostumar ao jogo. Entenda, sua arma é a coisa mais importante possível em Bloodborne, e assumi que o princípio seria o mesmo em DS3. Você precisa estar familiarizado com seu alcance, seus movimentos, sua animação, tudo. Ela tem que ser parte de você. Por causa disso, eu, que comecei o jogo com uma lança, gastei uns dois minutinhos treinando os golpes, visto que nunca tinha usado uma lança em Bloodborne.

Ain, mas por que você usou a lança? Bem, eu usei um dos personagens que eu criei pros meus livros, E ELA FICOU LINDCHA.


Enfim, outra mudança com Bloodborne foi a adição do escudo. E de cara ele provou ser válido. Um filho da puta tentou me acertar com uma flecha flamejante, e, se antes eu só podia saltar para o lado, dessa vez andei em linha reta e me defendi. Não havia necessidade de usar o escudo até então, mas apenas um personagem fez valer o artifício.

Contudo, enquanto eu estava explorando, encontrei um caminho que me alertava para voltar. "Hah", pensei. "Alguém acha que pode me assustar". Então fui por esse corredor e encontrei um lagarto de cristal.


Em Bloodborne havia um inimigo em um beco no início do jogo que era ridiculamente mais forte que os outros, uma espécie de provação bem inicial do jogo. E o tal lagarto foi isso. Eu devo ter gastado uns sete, oito minutos circundando ele, desviando, esperando minha vez. Um estilo de jogo bem diferente do frenesi de BB, mas que foi ensinado com os inimigos anteriores. Você, em Dark Souls III, é bem menos hábil que em Bloodborne. Menos ágil. Mais desajeitado. Logo, seu estilo deve se adequar. Paciência e oportunidade são as palavras chaves em DS.

E saber usar do seu estilo de jogo. A primeira coisa que fiz ao ver que a lança estava apenas cutucando o lagarto foi segurá-la com as duas mãos, abrindo mão do escudo para golpes mais lentos, porém mais fortes. Como não há a necessidade de atacar para recuperar a energia, um ataque de cada vez é uma estratégia oportuna. E que torna o jogo mais moderado.

No final, errei um desvio e o bicho me atropelou. Morri. Tcharam. That's Dark Souls for you. Não é apenas um jogo difícil, mas um jogo que exige sua atenção e que você aprenda com os erros.

Estamos de volta.

Atos Finais