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28 de abril de 2016

Naruto Shippuden - Ultimate Ninja Storm 4

Pois bem, pois bem! Eae, naruteiros e naruteiras, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje vamos falar sobre o último game lançado do ninja mais famoso dos mangás: Naruto Shippuden – Ultimate Ninja Storm 4. Vamos lá:




MODOS DE JOGO: o jogo é dividido em quatro modos mais importantes: HISTÓRIA; AVENTURA; BATALHAS; MODO ONLINE.

No MODO HISTÓRIA você acompanha do aparecimento do Obito Uchiha na Quarta Grande Guerra Ninja até o final do mangá, Apesar deste modo começar bem, dando a ideia de que será épico, acaba sendo uma decepção no final, porque: se foca em uma parte muito pequena da história; por desenvolver a trama de forma pobre (com textões e animações sem graça); e por utilizar mal as batalhas épicas (aquelas com quicktime events).


O MODO AVENTURA se passa após o MODO HISTÓRIA (Kakashi, por exemplo, já é Hokage), e é uma espécie de modo de mundo aberto, em que você vai passeando pelas aldeias ninjas completando missões (contrário do modo história, que é contado de maneira linear). Esse estilo de mundo aberto é bem bacana, sendo bom revê-lo, sendo uma pena que o modo história não tenha sido neste estilo.

No mais, temos o MODO VERSUS, em que você pode jogar um VS um; treino; sobrevivência; torneio; etc... e o MODO ONLINE, que nunca me importou em nenhum jogo.




MAIS UM JOGO BASEADO EM ANIME PADRÃO: Em todos estes modos o que você vai fazer basicamente é lutar, seguindo bem o estilo dos antigos jogos da série e de outros games de luta baseados em mangás: botão de baixo para pular; botão da esquerda pra atirar armas/poderes; botão da direita pra bater; botão de cima pra carregar energia. Uma série de comandos simples, com quase nenhuma complexidade.

A “grande” diferença neste game em relação aos seus antecessores é que nas batalhas em grupo seus companheiros não servem apenas pra soltar um golpezinho, sendo que você pode realmente trocar de lugar com eles.




EAE, VALE? N.S.U.N.S.4 não cumpriu a promessa de aproveitar todo o poder dos consoles da nova geração, deixando pro futuro o sonho de ver batalhas mais épicas e um modo história mais elaborado. No fim,continua seguindo o padrão de jogos de luta baseado em animes que diverte apenas aos fãs, mais pela possibilidade de controlar personagens conhecidos do que por uma mecânica elaborada.




(palmas pros fãs naruteiros/PCB que compraram o jogo com preço de lançamento)

Atos Finais