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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Sandman - os caçadores de sonhos



Pois bem, pois bem! Eae galera, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje vamos falar sobre uma história do personagem mais clássico do Neil Gaiman, que foi lançada aqui em duas diferentes versões/encadernados da Panini (um em formato propriamente de gibi e o outro como livro ilustrado): Sandman - Os Caçadores de Sonhos. Vamos lá:





Bem, esse post é mais pra fazer uma comparação entre os dois encadernados que a Panini lançou aqui, sendo que contam a mesma história (cada uma custa uns R$ 24,00). A capa acima, da esquerda, é a da versão em gibi, enquanto a capa da direita é a da versão em livro ilustrado. Ao longo do post, as imagens à esquerda são do livro enquanto as à direita são da hq (desculpa se eu erro e inverti). A qualidade do scan das imagens é fraquinha, mas dá pra ter uma noção (se tu clicar com o botão direito do mouse pra abrir a imagem em uma nova aba, dá pra ver melhor). 





História: há muuuito tempo atrás, no Japão, um monge vivia em paz sozinho, em um pequenino monastério. Certo dia, uma raposa e um texugo fizeram uma aposta, pra ver quem conseguiria tomar o monastério para si. Apesar de suas artimanhas, nenhum deles conseguiu convencer o pacífico monge, sendo que o texugo desistiu e foi embora. Mas a raposa (que tinha, entre outras habilidades, a de se personificar numa linda mulher) criou uma paixão profunda pelo monge, e resolveu ficar morando perto dele.


Porém, certo dia a vida pacífica do monge e da raposa é abalada, pois um rico político e bruxo deseja roubar algo do monge, sendo que, para tal, deve roubar também a vida dele, e para isso o tal bruxo resolve usar de uma magia que envolve os sonhos do monge. Felizmente, a raposa fica sabendo de tais planos, e vai pedir ajuda ao Rei dos Sonhos.



Pontos positivos: bem, vamos começar falando pela história: ela é bem simples, mas muito cativante e interessante. Grande parte disso é graças ao amor impossível entre seres de mundos distintos, e a todo misticismo da história. No fim, a história é bem envolvente (tendo até espaço pra algumas viradas de roteiro).

Outro ponto bacana foi como o Rei dos Sonhos apareceu pouco. Como esses encadernados foram meu primeiro contato com o universo de Sandman, pensei que o personagem seria o protagonista da história. Mas no fim, o foco é no monge e na raposa.

Falando sobre as duas versões da história: a arte da versão HQ é boa, não causando incômodo em nenhum momento. Como é próprio das hqs em relação aos livros (e dos filmes em relação às hqs/livros), pode ser que aquilo que era subentendido na versão LIVRO fique escancarado em alguns pontos, mas nada a reclamar. No geral, transcreveram tudo da versão LIVRO pra HQ. O único erro nesta última versão é uma ceninha em que inverteram duas falas, e uma outra cena confusa, mas que já era assim no LIVRO.

Quanto a versão LIVRO, basta dizer que os acontecimentos podem ser mais sutis de pegar, já que não é toda cena que tem uma representação gráfica. Falando um pouquinho sobre tais representações/pinturas, basta dizer que são simplesmente incríveis, principalmente nas partes que se passam no mundo dos sonhos.



Eae, vale? Uma história muito boa e simples, sendo uma boa pedida pra aqueles que já são fãs de Sandman e pra aqueles que querem conhecer o personagem, independente de qual versão da história você tiver.


Nota: 9/10

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