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8 de setembro de 2015

Missão Impossível - Nação Secreta

Pois bem, pois bem! Eae, chuchus, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje vamos falar de um filme bacaninha de espionagem: Missão Impossível – Nação Secreta. Vamos lá:




Enredo: Ethan Hunt (velho protagonista) está atrás de uma organização secreta chamada O Sindicato, que basicamente quer causar o caos. Porém, quando Ethan está chegando perto de alcançar o tal grupo criminoso, o MIT (órgão americano pro qual Ethan trabalha) é dissolvido, sendo seus trabalhos e membros passados à CIA.

Assim, Ethan tem que ir atrás do Sindicato sozinho, contrariando mesmo seus superiores. No caminho, ele descobre que tem antigos aliados dispostos a ajudá-lo, como Benji; Brandt e Luther, além de conhecer uma quarta aliada chamada Ilsa Faust, que parece trabalhar pro inimigo (eae, ela é do mal ou do bem? Não vou falar...).




Pontos positivos: o filme é divertido (não que seja o melhor da série), não propriamente pelo protagonista (que parece ter tido menos espaço dessa vez), mas pela interação deste com os demais personagens. Vale citar dois: Benji e Ilsa. Em relação ao primeiro, é bacana ver a amizade entre Benji e Ethan, e como ele se mostra não só um alívio cômico pro filme, mas um agente secreto que quer salvar vidas, incluindo a dos colegas.



Quanto à Ilsa, foi legal ver o espaço que ela teve no filme, sendo um subplot interessante (lembra o da Mulher-gato no TDKRises). A interação dela com Ethan também é bacana, em especial por não sexualizarem (muito) o relacionamento dos dois, mostrando que é mais uma amizade.



Em relação ao filme anterior, o vilão desse filme, Solomon Lane, é mais interessante (acho que o do filme anterior nem tem fala). Não é grande coisa (o filme até acerta em mostrar que não é um supervilão bilionário genial), mas convence do que ele quer fazer. Gostaria de vê-lo outra vez no futuro.




Pontos negativos: o filme tem alguns furos/forçadas de roteiro que podem incomodar os mais atentos. Claro que, por o filme do ritmo ser bacana, isso não estraga a experiência, mas é inevitável sentir uma estranheza quando, por exemplo, Ethan está em uma perseguição de carro e, quando vira uma esquina, dá de cara com amigos que deveriam estar do outro lado do mundo.



Além disso, há momentos de conflito entre personagens que parecem crescer muito por nada. Isso se dá principalmente entre Ethan e Brandt, que desde o filme passado parecem ter um contraponto de idéias. Porém, nesse filme os dois têm debates que surgem de repente, e quando você vê, os dois já estão gritando um com o outro, deixando o peso de um roteiro exagerado na atuação dos atores.



Vale fazer algumas comparações com o filme anterior: em primeiro lugar, o filme não é tão divertido quanto o anterior, talvez por terem trabalhado menos no roteiro. Em segundo lugar, a grande cena do filme (que no anterior foi a escalada de um prédio por fora, e nesse foi o roubo a um banco submerso em água) não empolgou, pois foi toda em um CG não muito bem trabalhado, o que tira a imersão no filme.



Eae, vale? O filme é bacana, mas não é, como alguns disseram, o melhor da franquia. Apesar de ser divertido, erra principalmente nos furos de roteiros e outras falhas do tipo. Vale assistir (bem, se for pra pagar meia, pois se for uma inteira de R$29,00, aí pode passar).



NOTA: 7,5/10

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