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20 de julho de 2015

The Sopranos - 2ª temporada

Pois bem, pois bem! Eae, chuchus, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje vamos falar da segunda temporada de The Sopranos (ou “Família Soprano”). Vamos lá:




(lembrando que já falamos da 1ª temporada AQUI)

TRAMA: Anthony/Tony Soprano é o líder da máfia de Nova Jersey que tem lidar com problemas não só em seu peculiar trabalho, mas também em sua casa. Nessa temporada, vemos Tony mais estressado com estes problemas, em parte por que deixou de freqüentar sua terapia com a Dra. Jennifer Melfi. Por isso, ele acaba entrando mais em atrito com sua esposa, Carmela; com seus filhos, Meadow e Anthony Jr.; e com sua irmã, Janice.



Esta vem de Seattle pra cuidar da mãe dela e de Tony, Livia, já que Tony não quer mais saber da mal-humorada mãe depois desta ter planejado um assassinato ao filho com a ajuda de Corrado Soprano, tio de Tony. Porém Corrado vai se reaproximando aos poucos de Tony.

Outra pessoa que se aproxima de Corrado é Richie Aprile, ex-namorado de Janice e antigo comparsa de Tony que acabou de sair da prisão e que não vê a hora de voltar a seus negócios ilegais. Porém, Richie é um cara extremamente nervoso e descontrolado, fazendo coisas que acabam dando muito trabalho a Tony.


Outros capangas de Tony que acabam tendo grande importância na vida dele são Christopher, seu sobrinho que deseja trabalhar no ramo cinematográfico; Matthew e Sean, amigos de Christopher que querem se destacar na máfia; Pussy, grande amigo de Tony que acaba se envolvendo com a polícia; entre outros.





PONTOS POSITIVOS: nessa temporada vimos mais dos esquemas criminosos de Tony, que tem que lidar com seus companheiros mafiosos e parceiros de negócios enquanto se desvia dos ataques da polícia.



Além disso, foi bacana como trataram alguns personagens que odiávamos na primeira temporada mas que agora se tornaram mais aceitáveis. Podemos ver isso, por exemplo, na já citada reaproximação de Tony com seu tio, e também no arco de Christopher.




PONTOS NEGATIVOS: o ritmo lento da série não é um problema, pois uma série pode ainda assim prender o público. A questão é que essa temporada não prendeu tanto quanto a primeira. O principal fator para isso é que perdemos um pouco de gosto pelo o protagonista, Tony. Como vimos, ele é um cara com muitos problemas, sendo assim natural que fique estressado. Mas parece que o personagem não tem outras características além de ser raivoso, o que acaba nos irritando e gerando desinteresse.



Este estresse de Tony se repercute também em suas relações com sua família. Se antes era legal vê-lo tratando de dificuldades normais com seus filhos (relaxem, ainda há espaço pra estes momentos), agora só parece que ele fica batendo de frente com todos a sua volta. E isso não só em sua casa, mas também no trabalho e na terapia.

Terapia esta que também se tornou enfadonha, pois se antes parecia que a doutora Melfi levantava questões interessantes sobre a vida de Tony, agora ela é daquelas psicólogas que só diz “o que você pensa sobre isso?”. Sendo que parece que haveria uma maior complexidade na relação deles, já que passamos a ver mais do que a doutora pensa sobre Tony, mas no fim acabou sendo outro ponto fraco da temporada.





EAE, VALE? Essa temporada foi mais fraca que a primeira, gerando menos interesse pelo protagonista e, conseqüentemente, sendo mais cansativa de acompanhar. Porém, não perde totalmente seu brilho, já que podemos ver pontos interessantes na relação de Tony com sua família e colegas. Resta nos esperar ver uma melhoria na história deste homem comum que, por acaso, também é um mafioso.


Nota: 7/10

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