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7 de julho de 2015

Crítica - Exterminador do Futuro: Gênesis

E fala pessoal. Sim aqui é o Ken-Oh e acredite se quiser isto é um post.

Tentando se recupera dos sucessivos fracasso dos dois últimos filmes da franquia, a Paramout tenta mais uma vez utilizar o sucesso do passado para reviver uma franquia que deveria ter acabado em seu segundo filme. Com isso somos jogados novamente no universo do Exterminador do Futuro com o novo capitulo da franquia chamado de Exterminador do Futuro: Gênesis.

O filme começa com o fim da guerra contras maquinas com John Connor (Jason Clarke) mandando Kyle Reese (Jai Courtney) para proteger Sarah Connor e garantir o futuro do lider da rebelião humana. Mas ao chega ao passado Reese encontra uma Sarah Connor (Emilia Clarke) pronta para o combate e treinada por um exterminador T-800 (Arnold Schwarzenegge). Junto os três iram pro ano de 2017 tenta impedir o surgimento da Skynet e enfrentar um inimigo que eles não esperavam, o próprio John Connor.


Com essa nova premissa Exterminador: Gênesis tenta fazer um reboot. Mas o que é visto é uma sucessão de escolhas covardes que tornam o filme tedioso em grade parte do momento. Uma mostra dessa covardia foi o fato de a todo momento o filme socar referencia dos filmes anteriores de maneira gratuita sem mais nem menos. Não a nada planejado, só reparar na parte em que Reese vem do futuro e a sucessão de referencias a moda caralho começa sem aviso com T-1000 tirado do segundo filme, Sarah falando frases que eram do T-800 entre outras galhofagem que do nada te levam a uma viagem maluca para 2017.

Sim  o filme em questão de roteiro é um fracasso quase completo, muito do que é mostrado ali não te empolga e quase sempre você já deduz o que irá ocorre. Apesar de ter a decisão corajosa de transforma o grande herói da resistência humana  em vilão (ao meu ver a unica ideia corajosa desse filme), ainda sim o modo como isso é feito é o mais absurdo possível. E o final covarde onde não a coragem de matar o T-800 só mostra que simplesmente o filme não conseguiu levar pra frente a ideia do reboot. Não preciso nem dizer da patética cena pós-créditos que simplesmente afunda o filme de vez cagando toda proposta vista no final piegas dele.


Nem tudo é ruim no filme. As cenas de ação são razoáveis e o retorno de Schwarzenegge ao um de seus papeis mas emblemáticos conseguem segura o filme. O ponto mais agradável do filme é exatamente a ótima interação entre  Schwarzenegge e Emilia Clarke, ela consegue passar a consideração pelo exterminado e ele consegue fazer bem o papel da maquina que não compreende aquilo. Na verdade um dos pontos fortes do filme é a Sarah Connor de Emilia Clarke, que ainda se mostra forte e decidida, mas ainda com sentimento trazendo um belo equilíbrio entre as personalidades da personagem no 1° e 2° filme. Mas infelizmente ela é prejudicada pelo raso e insuportável Kyle Reese. Pra mim ele é o elo fraco do filme, Jai Courtney não consegue fazer um Kyle Reese interessante e em vários momento você percebe como é forçado o relacionamento entre Reese e Sarah. Sem contar que em vários momento o personagem é um pé no saco e você não se importa com ele.


Exterminador do Futuro Gênesis se mostra uma obra simplesmente desnecessária com pontos fracos evidentes e com uma trama nada interessante, mostrando saídas covardes e se contradizendo totalmente com a proposta de um reboot. Com certeza se tornara um daqueles filmes esquecíveis e entrara na galeria da desonra com Exterminador do Futuro 3 e Exterminador do Futuro: A Salvação.

Nota:

É isso meu primeiro post no HDL. Deixe ae sua opinião, critica ou sugestão de melhora.

E pra você que chegou ate aqui um presente aqui  e aqui







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