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15 de junho de 2015

Orange is the new black - 2ª temporada

Pois bem, pois bem! Eae galera, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje vamos falar da segunda temporada de Orange is the new Black (“ain, PCB, mas estreou a terceira já...”). Vamos lá:





(lembrando que já falamos da primeira temporada AQUI)

TRAMA: continuamos acompanhando a história de Piper Chapman, uma patricinha de Nova York que acabou sendo presa por, há dez anos (quando tinha 23), ter ajudado Alex Vause, sua namorada na época, a transportar uma mala com drogas.



Logo no início dessa temporada vemos Piper tendo que lidar com essa decisão do passado, pois é chamada – assim como Alex – como testemunha para o julgamento do chefe daquele esquema de tráfico, o que acaba gerando desdobramentos na relação entre Alex e Piper, que já não ia muito bem porque esta não sabia se escolhia ficar com Alex ou Larry (noivo de Piper).


Assim, Piper também tem que lidar com situações envolvendo Larry, sua família (incluindo uma perda familiar) e com outros conhecidos que estão fora da prisão. Entre eles, um colega jornalista de Larry que quer ajuda de Piper pra fazer uma matéria investigativa sobre a qualidade da prisão Litchfield e um possível desvio de verba.

Enquanto isso, acompanhamos a vida das demais prisioneiras de Litchfield (e claro, o passado de algumas delas, e o que levou elas a estarem ali). Em especial, a do grupo das negras (têm vários “clãs” de prisioneiras), que é abalado com a chegada de Vee, uma prisioneira já idosa, que já havia sido presa outras vezes, e que é extremamente manipuladora.

A mulher começa a desenvolver um esquema de contrabando dentro da prisão, levando-a a manipular várias pessoas e bater de frente com muitas outras...



PONTOS POSITIVOS: como já dito na resenha da temporada passada, o ponto alto da série é seu elenco, com atrizes (e atores) com as características mais distintas e excelentes. Assim, se preparem pra amar muitos personagens, e mesmo ter pena daqueles que seriam odiáveis.


Além disso, como já dito na primeira temporada, o foco da série é mostrar essas detentas sobrevivendo na prisão. Porém, como se pode ver pelo resumo da trama, nessa temporada eles também adicionaram uma grande vilã a ser enfrentada. Apesar de ser uma trama que pode parecer clichê, ela envolve momentos tão bons e atuações tão boas que acaba valendo.


Vale citar que é bom ter uma protagonista que não é certinha, mas que na verdade é bem detestável kkk. Piper, como vários personagens apontam, é uma personagem que está sempre culpando os outros por suas ações. Porém, às vezes ela também admite, tendo coragem de falar que não é uma filhinha de papai perfeita.



PONTOS NEGATIVOS: com um elenco tão grande, seria difícil ter apenas personagens bons. Triste é ver que deixam alguns personagens divertidos de lado pra gastar tempo com tramas desinteressantes. Tramas estas que às vezes envolvem até personagens com potencial, mas que acabam sendo mal utilizados.

A situação complica mesmo com personagens que são simplesmente ruins. Acho que nosso principal exemplo é a Daya, a detenta que transou com um policial (o que é proibido), ficou grávida, e depois vem com falas do tipo “se você realmente me ama, você tem que se entregar e ser preso”, ou “ué, você está puto por minhas colegas estarem te extorquindo por saberem do nosso caso? Devia ter pensado nisso quando a gente transou”...


Vale citar que o final da temporada, apesar de ter sido gratificante, não foi tão empolgante quanto o da primeira temporada.





EAE, VALE? Essa temporada foi bem legal, apesar de ter achado um pouco menos divertida que a primeira. Mas a série continua incrível, mantendo essa mistura de humor com drama, tendo um estilo próprio, único, e que deve ser acompanhado.


NOTA: 8,5/10

(Ah: a dublagem da série está boa. Apesar de algumas vozes da dublagem não se encaixarem com o personagem inicialmente, você vai se acostumando)

Atos Finais