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11 de junho de 2015

Orange is the new black - 1ª temporada

Pois bem, pois bem! Eae, galere, belê? Aqui quem fala é o PCB, e hoje vamos falar da primeira temporada da série favorita da diretoria aqui do site: Orange is the new Black. Vamos lá:





TRAMA: Piper Chapman é uma mulher de 32 que, aparentemente, é uma loirinha mimada, que leva uma vida monótona. Porém, há dez anos, Piper viajava pelo mundo todo com Alex Vause, sua namorada (na época) traficante de drogas.


Por causa desse pequeno envolvimento com um mundo de crimes, Piper acaba sendo condenada, tendo que cumprir 15 meses na prisão Litchfield, em Nova York. Assim, ela tem que largar Larry, seu noivo gentil que é um escritor medíocre, sua amiga patricinha Polly e sua família pra ir pagar seu crime cometido há uma década.


Na prisão, Piper conhece várias outras mulheres presas, com características físicas, mentais e psicológicas distintas. Cada uma diferente da outra, tentando pagar por seus erros do passado e buscando sobreviver à prisão, pois elas têm que lidar não só com seu próprio emocional, mas também com as dificuldades e intrigas do sistema carcerário, pois se há alguns policiais e administradores competentes, há muito mais daqueles que ou não ligam pras detentas ou que só querem o pior delas.


Enquanto vemos o cotidiano de Piper, seus dramas pessoais e os das demais prisioneiras, descobrimos mais sobre o que levou algumas delas a estarem ali.



PONTOS POSITIVOS: apesar de inicialmente focar mais na Piper, a série logo mostra que seu ponto forte é o elenco diversificado e, na sua maior parte, excelente (há exceções). Há, por exemplo, o grupo das brancas; das negras; das latinas; dos policiais (não tem espaço pra escrever especificamente sobre cada um)... todos repletos de personagens que nos divertem, que nos emocionam e que nos deixam furiosos.


Acho que não precisa nem falar que, com um elenco tão grande e composto majoritariamente por mulheres, a série cria um espaço legal pra tratar de questões polêmicas (tratamento carcerário; homossexualidade; corrupção), mas sem ficar forçado.

Além disso, mesmo tendo um lado dramático bem trabalhado, a série se foca mais no humor. Um humor negro, muitas vezes, mas que gera momentos inusitados e boas risadas.

Ah: o final de temporada deixou todo mundo desesperado.



PONTOS NEGATIVOS: o roteiro da série é bem trabalhado, e não tem a pretensão de ser algo grandioso (afinal de contas, são apenas mulheres tentando sobreviver na prisão, buscando “acordar sem chorar”). Porém, alguns momentos são meio que jogados, não gerando muita credibilidade, como quando está ocorrendo um funeral da “tribo das brancas” e aí as líderes das outras “tribos” chegam todas exatamente na mesma hora pra dar presentes de consolo (tipo reis magos e pastores chegando ao mesmo tempo...). Coincidências forçadas.

Além disso, algumas poucas personagens são irritantes (ex: Daya), nos dando vontade de acelerar a cena. Outra falha referente às personagens é que às vezes estas têm sua personalidade alterada só pra justificar uma cena que poderia ser descartada ou realizada com outras personagens (ex: Taystee e Poussey brigando, sendo que são melhores amigas).



EAE, VALE? Com certeza. Uma série muito divertida do Netflix, com uma personalidade única, que nos deixa presos a história dessas mulheres normais (geralmente) que “cometem erros como todo mundo, mas deram o azar de serem pegas”.


Nota: 9/10

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