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9 de junho de 2015

Momento Flávio Cavalcanti - Drones (Muse)

Um post atípico do HDL, mas que espero que seja recorrente, afinal, se consumimos filmes, quadrinhos e outras porcarias, porque não incluir nesse balaio música?




Pois bem, no espírito do conhecido apresentador de televisão já falecido Flávio Cavalcanti, vou indicar se os albuns lançados recentemente merecem ser mantidos intactos ou quebrados com uma marreta...



E começaremos a nossa coluna com chave de bosta de ouro: o novo CD do Muse, sim aquela banda que não cansa de copiar o Radiohead e que tem o grupo de fãs mais bazingueiro das galáxias!



Como todo mundo sabe, a banda britânica liderada pelo Matt Bellamy (o Lionel do filme Fome Animal), adora copiar na cara dura conceitos de outras bandas e vender isso para as outras pessoas na pencha de banda diversificada. Um exemplo disso é sua faixa de abertura, Dead Inside, que parece um refugo do Depeche Mode misturado com o U2, com um vocal que mais parece o Bono Vox com amigdalite. Daí eles vão pra uma faixa que eu considero uma das mais safadas do rock: Psycho. Pra quem acompanha a carreira dos caras, sabe que o riff inicial da música era tocada a exaustão no passado em suas apresentações ao vivo, no desfecho da canção Stockholm Syndrome. Seria isso um sinal de falta de criatividade ou preguiça?



Em seguida, chegamos em Mercy, uma musiquinha chata e piegas com vocalização mais uma vez Bono Style, provando que Bellamy posteia o lugar do cantor irlandês, com a diferença que consegue ser mais chato e desafinado que o último. Reapers parece ser a canção com maior potencial do álbum, com seu riff esfuziante, mas seu desfecho nos mostra mais uma cópia descarada, dessa vez chupinhando Freedom de Rage Against The Machine, um desperdício!
The Handler é legalzinha e tal, mas já mostra um desgaste, principalmente por sua letra repetir o velho mantra da banda, contra as organizações e cheia de teorias da conspiração, coisa bastante contumaz na carreira da banda, que agrada quem tem idade mental de 16 anos. JFK e Defector revelam outra pretensão da banda: a de soar como Pink Floyd e Queen ao mesmo tempo, o que ao meu ver é o mesmo que tentar misturar Led Zeppelin com Emerson, Lake and Palmer, ou seja, misturar genialidade com pieguice...
Daí pra frente, umas musiquinhas pra boi dormir chatas pra caramba... Poderia falar o quão ridículo é o coral final de Drones, o quanto The Globalist é longa e chata de doer, e que Afternath parece musiquinha de balada, mas prefiro deixar esses dissabores pra vocês constatarem.



Enfim, Muse com seu Drones tenta voltar as raízes do Origin of Symmetry e Absolution mas sem deixar de soar piegas e ridículo como The Resistence e The 2nd Law. Uma mistura equivocada, monótona, mas que vai fazer muitos fãs dessa chatice de banda satisfeitos... A mim não. Portanto, MARRETADA!!!








E esse foi meu post. Se gostou, foda-se! Se não gostou, que vá escutar os discos na íntegra do Muse até os ouvidos sangrarem... E aos fãs, o choro é livre!!


Atos Finais