Novidades

21 de maio de 2015

O Cavaleiro dos Sete Reinos - A Espada Juramentada

Pois bem, pois bem! Saudações, plebeus que odeiam a série e amam os livros! Aqui quem fala é Pequeno Cícero, escudeiro de sor Ultra Badernista, e hoje vamos falar do segundo conto do livro O Cavaleiro dos Sete Reinos: A Espada Juramentada. Vamos lá.




(lembrando que já falamos do primeiro conto – O Cavaleiro Andante – AQUI)


TRAMA: este conto se passa cerca de um ano após o primeiro, e segue contando a história de sor Duncan/Dunk, um jovem e pobre cavaleiro honrado, com quase dois metros de altura, e de seu escudeiro Egg, um garoto trabalhador, inteligente, sem papas na língua, e que secretamente é Aegon Targaryen, sobrinho do rei (o garoto deixa a cabeça raspada pra não verem seu cabelo prateado típico dos Targaryens).



Após os dois passarem um tempo viajando (ficando um tempo em Dorne), Dunk juramenta seus serviços a sor Eustace Osgrey, um velho nobre da Campina (terra Tyrell), que vive relembrando as glórias do passado e de seus filhos, que morreram por causa da Rebelião Blackfyre. Além deles, sor Eustace também contratara sor Bennis, um antigo cavaleiro andante mau-caráter.

Nesse período, estava havendo uma grande seca por Westeros e, certo dia, sor Eustace manda sor Duncan e sor Bennis investigar porque um rio que passava por suas terras havia secado. Os dois cavaleiros andantes foram as terras ao lado, da qual o rio fluía. Terra estas que eram de Rohanne Webber, uma mulher cruel que dizem ser bruxa, viúva de 4 maridos. Lá, sor Bennis corta o rosto de um camponês, levando lady Webber a querer vingança.



Sor Duncan tenta ir negociar com Rohanne, esperando encontrar uma bruxa velha. Mas na verdade, acaba descobrindo que ela é uma jovem, bela e inteligente mulher, que não só acaba seduzindo Duncan (e sendo seduzida) como também revela alguns podres de sor Eustace, mostrando a Duncan que o velho sequer tinha direito ao rio que passava em sua região.

Assim, como nenhum dos dois nobres pretendem ceder, Duncan tem que se colocar no meio de um conflito entre uma mulher que o atrai e um velho cavaleiro que não é tão confiável...



PONTOS POSITIVOS: podemos começar falando que esse livro é bem mais divertido que o primeiro, e um dos pontos mais favoráveis a isto é que, neste conto, Martin deixa de lado as grandes tramas e conspirações de seus outros livros pra contar um romance medieval. Assim, por mais que acabemos descobrindo mais da Revolução Blackfyre, o foco é no cavaleiro honrado que tem que lidar com senhores feudais (inclusive se apaixonando).



Nesse processo, finalmente criamos aquele gosto por Dunk, que tenta preservar sua honra e bondade em todas situações, e Egg, que mesmo sendo só um escudeiro no momento, ainda é membro da casa mais poderosa de Westeros.


PONTO NEGATIVO: acho que o único ponto que me irritou foi na batalha final, em que, como Dunk tem que desafiar um outro cavaleiro, do nada criam uma motivação malvada pro cara.
 
Cara que Dunk tem que enfrentar; lady que Dunk quer pegar; Dunk


EAE, VALE? Esse conto é bem divertido, justamente por deixar de lado pretensões de grandes séries de fantasia pra contar um romance contido e envolvente. Recomendo.



NOTA: 8,7/10


Atos Finais