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13 de maio de 2015

Hannibal - 1ª temporada

Pois bem, pois bem! Eae, queridos, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje vamos falar de uma série que adoro: Hannibal! Vamos lá:




TRAMA: Will Graham é um professor de criminologia/psicologia em uma escola do FBI. Ele não conseguiu se tornar um agente do FBI de fato porque foi classificado como “instável demais”. Isso se dá pois sua mente é meio complexa, tornando um cara introvertido, com gestos agitados, estranhos.



Contudo, Will (e seu cérebro bugado) tem uma habilidade especial: uma empatia extremamente desenvolvida. Ou seja: ele consegue sentir exatamente o que outras pessoas sentem; pensar como elas. Tendo conhecimento desta capacidade de Will, o chefão do FBI, Jack Crawford, chama Will pra ajudá-lo a solucionar casos difíceis.


Porém, sabendo que Will é um cara meio instável, Jack pede à psicóloga Alana Bloom que indique a ele um psicólogo que acompanhe Will, pra assegurar sua saúde mental, e ela sugere o doutor Hannibal Lecter.


Assim, Hannibal deve ajudar Will a não entrar demais na cabeça dos criminosos (e não permitir que estes entrem em sua cabeça). Todavia, o que o doutor Lecter quer pode ser justamente o contrário, buscando satisfazer suas curiosidades e, principalmente, defender seus interesses mais sombrios...




PONTOS POSITIVOS: Hannibal é uma série que prende por sua sutileza, deixando um gosto leve no telespectador de “quero mais”; em especial pelos diálogos acerca dos personagens, complexos, e por abrir espaço pra tratar das motivações psicológicas de tais complexidades. Ah, e pra quem gosta de ver sangue e membros decapitados, é bem atrativa também.




PONTOS NEGATIVOS: a série tem uma visão muito artística, que geralmente é bem interessante, mas às vezes parece mera desculpa pra completar o tempo do episódio.

Além disso, alguns acontecimentos – como a execução de certos assassinatos – parecem inverossímeis (e sequer são justificados), dando a sensação de que foram feitos só pra chocar o público, mas que na prática não seriam tão executáveis (como um velhinho criando uma espécie de totem humano, integrando 17 corpos).




EAE, VALE? Bem, foi a segunda vez que vi esta temporada, e foi uma excelente experiência, pois pude captar melhor as sutilezas dos diálogos e do psicológico dos personagens (representadas nas excelentes atuações). Apesar de ter visto alguns erros (alguns gerais, outros frutos de mimimi pessoal), a série me lembrou porque me prendeu (e a segunda temporada, então...). Um prato saboroso, com um sabor sutil, a ser degustado. Bon appétit.





NOTA: 8,5/10

(13 episódios, com cerca de 50 min. Temporada 1 no Netflix)

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