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9 de abril de 2015

Histórias Do Demolidor que certmente influenciarão A série da Netflix. (Sai amanhã hein? Não perDam).

INFERNO SIM, PUTAS! (Hell yeah bitches em Inglês americano)

Pois é meus caros, A série do Diabinho atrevido está vindo aí para alegrar todo o público Nerd e fan de quadrinhos! Eis que hoje eu lhes trago um Post Safado e reciclado Feito com muito esmero que traz algumas historinhas dele que certamente serão chupinhadas pela aguardada série de TV (é Netflix mas é Limpinho!), então Vamo nessa que tá bom  Pra caralho  A beça!






Homem Sem Medo


Matt Murdock não é exatamente o homem mais sortudo do mundo (aliás, esse é o nome de um filme pornô! É assim: O cara vai pra uma casa onde tem cem mulheres, daí... daí... err...): seu pai era um boxeador decadente que perdia até do seu Madruga se assim lhe fosse ordenado (já que era pau mandado de criminosos), perdeu a visão salvando um velho, sofreu bulling pra caralho na escola e futuramente sua sorte só iria piorar na carreira de herói. Mas aqui o que importa é seu passado. É mais uma vez Miller a frente do vermelhudo. Aliás, dá pra dizer que praticamente todas as vezes em que o cara pôs as mãos no Demolidor foi para criar um clássico. Aqui o roteirsta reconta a origem do caboco: Seus tempos de faculdade, seu treinamento com Stick, seus primeiros pegas com a Elektra e seu primeiro encontro com Wilson Fisk, mas conhecido como o Rei da Obesidade. Tudo isso ainda sem usar seu tradicional uniforme vermelho e nem o amarelo e vermelho.
Este ‘Ano Um’ que Miller fez com a colaboração do sempre presente John Romita Jr foi um verdadeiro sopro de vida pro herói, dando um novo gás pro personagem e transformando-se instantaneamente em uma história essencial para fãs de quadrinhos.


A Queda de Murdock


Após Miller abandonar o Demolidor em 1982, o herói cegueta não andava bem das bengalas . Denny O’Neil, o roteirista que assumiu o Homem Sem Medo, não estava agradando muito os leitores, enquanto Miller solidificava ainda mais seu estrelato no mundo das HQs com as clássicas graphic novels Ronin e Batman: O Cavaleiro das Trevas. Tamanha foi a euforia dos fãs quando souberam que o cara voltaria para o herói em 1986, o logo estaria escrevendo uma das maiores histórias do vermelhão: A Queda de Murdock (Born Again, no original).
Na mini-série, Karen Page – que abandonou tudo para tentar a sorte em Hollywood, mas que só encontrou duas carreiras: a de atriz pornô e a da cocaína – vende a identidade secreta do Demolidor (seu então namorado Matt) para o Rei do Crime em troca de drogas. Daí era só o que Wilson Fisk precisava para infernizar o herói pelo resto da vida. Ou pelo menos pelas próximas edições.
Essa é uma das sagas mais matadoras do Demolidor e um clássico absoluto, com o adendo da resolução do mistério sobre o verdadeiro paradeiro da mãe de Matt. (Tá saindo nas graphic novels da salvat hein?)


A Queda do Rei do Crime



Depois de anos após sua decadência em A Queda de Murdock, o herói escarlate resolve dar um “mexe com quem tá quieto” no homem que arruinou sua vida: Wilson Fisk. Como não tem praticamente mais nada a perder, aqui temos um Demolidor cínico, usando de sarcasmo e golpes sujos para detonar Fisk, o que inclui usar e sacanear mulheres, tapear a S.H.I.E.L.D. espalhar boatos falsos pela cidade, dentre outros métodos pouco religiosos. Tão importante quanto ver a derrocada do Rei do Crime – já abalado pela não superação de sua amada Vanessa – é ver Matt tentar renascer das cinzas (tanto no pessoal quanto no profissional) depois de ter sido todo fodido pelo Rei.
Fisk, apesar de temeroso e abalado, continua se mostrando um baita escroto (Há uma cena em que ele manda quebrar todos os ossos da mão de um garçom só por este ter ousado lhe entregar a conta), enquanto o Demolidor que vemos poucas vezes se mostrou tão vingativo e até mesmo descontrolado em certos momentos.
A cena de perseguição final é eletrizante. A queda de Fisk gerou guerra gigante entre gangues pelo posto de novo rei da criminalidade de NY (o que refletiu inclusive nas histórias do Aranha), e Fisk demorou um bocado para se reerguer novamente.


Demolidor Amarelo



Sentindo muita falta de sua amada Karen Page, que agora repousa no além após ter sido assassinada pelo Mercenário, Matt decide seguir o conselho de Foggy e escrever uma carta para sua amada (que ela obviamente não lerá por motivos técnicos) como terapia para aliviar a dor da perda. Assim, através das palavras escritas pelo herói, que para nós funciona como uma narração, vamos acompanhado vários fragmentos do início de sua carreira como funcionário da Marvel, como quando conheceu Karen e criou a primeira versão de seu uniforme, que era esse da capa aí acima.
Jeph Loeb e Tim Sale são meio que especialistas em recontar origens. Já fizeram isso com Batman e Super Man, e aqui acertam a mão again. Muito se especulou sobre este projeto antes de seu lançamento, afinal, Frank Miller e John Romita Jr. já tinham passado a origem do herói à limpo antes em Homem sem Medo. Apesar de não ser tão grandiosa e intensa quanto e entrar bastante em conflito com obra de Miller, esta mini é excelentemente bem desenvolvida, focando bastante no lado humano do personagem. E a coloração de Matt Hollingsworth é um show a parte, menino.





É só isso caras, Eu vou ficando por aqui e HAJA CORAÇÃO PARA AGUENTAR ESTAS POUCAS HORAS!



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