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14 de abril de 2015

Demolidor 1x02 - Fio da Navalha

Somos Murdocks. E apanhamos demais.


Matt Murdock teve um pai. Um pai...batalhador, como o próprio apelido já diz. Talvez não o melhor dos pais, mas um pai que se importava, que cuidava, e faria qualquer coisa pelo seu filho. Esse segundo episódio e seus muitos flashbacks serviram para nos apresentar esse pai, uma sombra constante na vida do Demolidor/Matt Murdock, e o quanto ele se importava com seu filho, e como a coisa mais importante para ele era não decepcioná-lo.

Ao mesmo tempo que dá prosseguimento a um gancho do final do episódio anterior(o rapto do menino), esse episódio entrecorta essa trama com outras duas: Os flashbacks de Matt com seu pai, e a trama tapa-buraco com Foggy e Karen se conhecendo, bebendo, e acordando vizinhas idosas com sua gritaria embriagada. De longe, a trama mais descartável do episódio, segurada apenas pelo carisma e química dos atores, que realmente é muito boa.

Voltando a trama principal, em sua busca pelo garoto, o Demolidor toma muita, muita porrada, e acaba numa lata de lixo, o Demolidor acaba indo parar na casa de Claire Temple(Dawson) uma enfermeira que o acolhe e cuida dele e o auxilia mais a frente. Apesar de alguns diálogos meio mongos entre os dois, Rosario é sempre linda *-* e nunca é demais. A interação entre os dois até o final, leva a crer que ela se torne uma espécie de Sidekick do personagem. Mas não me entendam mal. Ela não vai vestir um collant e sair pulando pelos prédios, mas como o próprio Demolidor ressalta, é bem provável que ele precise de curativos mais tarde, e aí, ela realmente seria mais necessária.


Voltando um pouco aos flashbacks, vemos Matt antes e depois do acidente, sofrendo, e se acostumando com sua nova condição, com o pai sempre ao lado. É por ele que o pai decide lutar. É para deixá-lo orgulhoso que o velho aceita lutar, dar tudo de si, ganhar...e cavar a própria cova. Por mais heroica que seja a forma com que essa passagem é mostrada, é bastante discutível a decisão que Jack toma. Vejam, ele ganha a luta, ganha uma boa grana na aposta, uma grana que será revertida para uma conta no nome do filho. Tudo muito bom. Tudo muito bem. Mas será que valeria a pena deixar um filho deficiente sozinho no mundo? Dar a ele esse momento de orgulho, sabendo que não provavelmente não irá vê-lo novamente? É algo bastante questionável...

Ao fim, um falso policial a mando dos russos, depois de uma bela sessão de tortura, entrega a localização do garoto. Depois de uma despedida, ele vai atrás do garoto, e acaba nos dando a cena abaixo...


Uma boa cena de ação, pra fechar o episódio. Me incomodaram os golpes que mal tocam nos "vilões", a falsidade de alguns golpes. Não, eu não espero realidade, mas espero que ao menos os golpes pareçam tocar nas outras pessoas. Reparem na cena onde ele bate num dos caras que fica caído, próximo a porta do fundo...o cara levanta apenas para apanhar, nem reação o cara tem. Apesar de todos esses poréns, a cena fecha o episódio de maneira positiva.

Resumindo: Muitos bons flashbacks, apresentação de Rosario Deusa, Demolidor Boladão jogando gente de prédios(bora irritar os Marvetes? Batman já fez isso...IHHHHHHHHHHHHHH), não tem Rei do Crime.

Essas foram algumas das minhas impressões sobre esse segundo episódio. Me digam aí se concordam, discordam, se tiveram interpretações diferentes, etc. Bem, acho que por enquanto é só.

Valeu.

Atos Finais