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30 de abril de 2015

Boss

Pois bem, pois bem! Eae, galera, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje vamos falar de uma série com muita política, intriga e regra 13: Boss



A série conta a história de Tom Kane (papel de Kelsey Grammer), um político de longa data, prefeito de Chicago, que além de ter que lidar com pessoas tentando o derrubar de todos os lados, acaba descobrindo que tem uma doença incurável que o fará perder suas lembranças e o controle de seus movimentos (Parkinson fazendo fusão com Alzheimer).

Entre seus “aliados” – pois até estes podem se tornar adversários no futuro – temos Meredith Kane, sua esposa ambiciosa, filha do antigo prefeito; Ezra Stone, seu assessor e antigo amigo, que eventualmente é substituído por Ian Todd, um jovem que faz o que for necessário pra alcançar suas metas; Kitty O’Neill, ajudante de ordens (secretária de luxo) do prefeito (e mestre da regra 13); entre outros.


Há ainda outros personagens importantes pra trama que mais atrapalham do que ajudam o prefeito Kane, como Emma Kane, filha rebelde do prefeito afastada pelos pais; Sam Miller, jornalista ousado; Bem Zajac, jovem político apoiado por Kane, mas que tem problemas sexuais (ajuda bastante na regra 13); etc.

A série lembra muito House of Cards, por causa de suas intrigas políticas, mas em um nível menor (o cara é “só” prefeito de Chicago, não presidente da América), o que permite ver a relação dos políticos diretamente com o povo. Além disso, outro ponto interessante da série está na doença de Kane, que chega a níveis tão altos que o faz questionar sua sanidade e decisões políticas. Tudo enquanto jornalistas vasculham os podres de seu passado (e todo político nessa série tem seu segredo). Mas claro que Tom não deixa de revidar tais ataques, e esses momentos, em que ele sai da defensiva pra se vingar de forma inescrupulosa, são os melhores da série.


O principal problema do seriado é que a série foi cancelada ao fim da segunda temporada (teve 18 episódios), sendo que deixou várias tramas a serem desenvolvidas numa terceira temporada. Fora isso, a primeira temporada pode parecer meio lenta, mas o final é empolgante.

Uma boa série, pra quem curte tramas políticas, jornalistas xeretas e regra 13.



Nota: 7,5/10

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