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10 de novembro de 2014

TEM QUE LER! LIGA DA JUSTIÇA INTERNACIONAL DE KEITH GIFFENS E J.M.DEMATTEIS.

Um poste do Ultra Badernista. É, pois é. VOCÊ VAI QUERER LER!


Olá tudo bem, como vão?

Decidir vir aqui nesse reduto de lamentáveis e baixa-rendaS para abrilhantar essa juventude com meu bom gosto e sapiência. Já falhei com o meu filho que lê Naruto, mas tem toda uma garotada que só aplaude a realidade que merece ser salva.

Em 1987 foi dado à Keith Giffens e J.M. Dematteis  uma nobre tarefa: serem os escritores do título da Liga da Justiça, o maior super-grupo de super-heróis de todos os tempos,  após a mega-saga “Crises na Infinitas Terras”que revolucionou todo o Universo DC na ocasião.

O que poderia ser considerado uma grande honra acabou se tornando uma tremenda roubada para os escritores, pois os maiores heróis da DC estavam passando por reformulações e a participação deles estavam vetadas na Liga. Como o próprio autor já disse, por piedade permitiram que ele incluísse o Batman no grupo, mas no mais só lhe deram buchas para trabalhar.

 (A gênese da LJI foi em Lendas, mas nada a maioria dos personagens daqui não foram para o título mensal)

Fudidos e bem-pagos os escritores olharam para o cenário da indústria de quadrinhos em geral e perceberam que estava tudo muito sombrio e com uma pegada adulta, ainda no rescaldo do Cavaleiro das Trevas do Frank Miller. Provavelmente eles devem ter enchido a cara e pensado: “quer saber, vamos zuá nessa porra!”.

Em veZ de pegarem Hal Jordan ou John Stewart decidiram escolher o recém-criado Guy Gardner para ser o Lanterna Verde do grupo e o tranformaram em um tosco-redneck-americano-médio-babaca, trouxeram um personagem criado pelo Rei Jack kirby, o Senhor Milagre, e junto com ele seu sidekick o anão mal-humorado Oberon, pegaram o Besouro Azul, então um herói recém-integrado ao universo DC que tinha um certo viés cômico e turbinaram essa tendência e  um Capitão Marvel que apesar de ser “O Mortal mais poderoso da Terra” tinha a mentalidade de um guri de 10 anos.

(Um soco!)
  
Por fim trouxeram a Cánario Negro e o Ajax para servirem como conexão do passado da Liga e o Doutor Norber..., digo, Dr. Destino Senhor Destino porque eles também eram escritores do personagem e botaram todos no mesmo balaio com um Batma fódão (suspiros...)para tomar conta e criaram o primeiro sitcom em quadrinhos de super-heróis mainstream já feito na galáxia!

Diálogos espertos, situações beirando o nonsense, aquele climão de busão de excursão da quinta série e o traço (principalmente para rostos) do desenhistas Kevin Maguire  fazem até hoje de Liga da Justiça Internacional um dos experimentos mais inovadores em uma indústria que em geral é muito “mais do mesmo”
(Mais tarde entraram para o grupo Gladiador Dourado, Capitão átomo e Soviete Supremo configurando a formação mais clássica da equipe.)

Por isso vá em sebos, alugue na internet, senta numa piroca até sair alguma coisa, mas dá um jeito de ler a Liga da justiça Internacional de Keith Giffens e J.M. Dematteis!

Pode parecer um pouco datado hoje em dia, mas mesmo assim É LEITURA QUER CONSTRÓI NAÇÕES!

BEIJOS!, ULTRA BADERNISTA ARAUTO DO CAOS E GORDO DEITÃO! 
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