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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Fast Reviews: Coleção Histórica Marvel - Guerras Secretas

 COLEÇÃO HISTÓRICA MARVEL: GUERRAS SECRETAS
MARVEL/PANINI (4 volumes; abril-agosto; R$ 23,90)
ROTEIRO: Jim Shooter
ARTE: Mike Zeck; Bob Layton

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Power Rangers News





Olá, olá, olá, como todos já devem estar sabendo, há algum tempo, está rolando ibagens na net, sobre o novo filme dos Power Rangers.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Fast Review: Guerras Secretas: Os Vingadores #2

Compilação de Secret Wars: A-Force (2015) de 1 a 5

Editora: Marvel/Panini
Roteiro: G Willow Wilson
Arte: Jorge Molina
Cores: Laura Martin

A-Force (ou, como ficou traduzida no Brasil, Força V), tem um puta potencial. Uma revista com uma equipe inteiramente feminina, reunindo as melhores personagens da Marvel que não fossem necessariamente mutantes ou do Quarteto. De todas as revistas spin-offs de Guerras Secretas, era a que eu tinha mais esperanças.

Pena que todas elas foram pelo belíssimo buraco onde sonhos morrem e vilões vencem.

Quer dizer, a revista não é necessariamente ruim. De um certo ponto, ela tem um excelente potencial, com abordagens de questões envolvendo responsabilidade, crescimento e amizade, mas o grande vilão foi o escopo. É muita coisa para se desenvolver em apenas cinco edições, e o plot corre mais rápido que uma metáfora que não tenho na cabeça.

Para exemplificar isso, vamos por partes. A primeira edição te apresenta a equipe, o conceito de Arcadia, a ilha onde a Força V atua, e tem a briga inicial. Até aí, padrão, mas ela também tem um acontecimento que seria bastante impactante... se víssemos as personagens por mais de cinco páginas. Não ajuda o fato de que Força V se divide em dois pontos de vista, um da Mulher-Hulk e outro de Nico Minoru, e elas se cruzam muito pouco.

É visível a pressa que G Willow Wilson tem em corrigir os erros e tentar desenvolver as personagens e seus relacionamentos, mesmo que tardiamente, mas nada soa natural. Para um plot que necessita tanto de relação entre os personagens, isso se perde em batalhas, traições, re-traições, fugas, discussões, conspirações e uma nova personagem que está ali apenas como mascote.

A arte tenta compensar a falta de desenvolvimento de personagens colocando reações por todo o quadrinho, algumas de forma bem criativa, mas as personagens vão de 8 a 80 em uma página. Não há espaço para construção delas, e isso torna todas caricatas e sem personalidade.

Guerras Secretas: Força V é uma história de doze edições comprimida em 5. Não é ofensiva nem tira minha vontade de ler a série mensal que vem por aí, mas é difícil recomendar do jeito que é.


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Marshall Rogers: o Marechal do Morcego (parte 2)

Opa, não morri ainda, só estou escrevendo alguma coisa aqui pra parecer que o texto integral não foi feito de uma vez só e chamar novamente sua atenção, leitor. Bom, espero que tenha funcionado, então lê aí de uma vez que tá batuta a segunda parte.

O dois últimos volumes de Lendas do Cavaleiro das Trevas: Marshall Rogers são publicações um pouco diferentes do resto da coleção. Primeiramente (fora Temer, ops), por republicarem arcos fechados desenhados por Rogers, e apenas algumas edições mensais avulsas pra fechar o número de páginas. Além disso, reúnem material recente, datando dos anos 2000.
Sem mais delongas, vamos para o segundo encadernado, que abre com uma história em prosa, ilustrada por Rogers, sem grande destaque, mas aqui já vemos o uso de um close da máscara preta de Batman, realçando seus olhos semicirculares; um recurso visual que será revisitado e expandido pelo artista mais a frente. Temo entãos uma edição que fecha a passagem do desenhista pela Detective Comics, mantém o nível das anteriores, mas vamos direto ao prato principal.

O arco em 5 partes Cerco foi publicado entre os números 132 e 136 de Legends of the Dark Knight. Roteirizada por Archie Goodwin, a trama apresenta um antagonista militar, que depois de longos anos angariando poder no Oriente Médio, retorna a Gotham City e planeja utilizar suas forças armadas para criar um estado de caos na cidade. Uma premissa até instigante, mas que se perde em uma sub-trama piegas que relaciona o vilão ao avô de Bruce e à fundação da Mansão Wayne.
Apesar de reduzida a poucas páginas, a ação em meio a cidade sitiada é muito bem conduzida pelo desenhista, o conflito dentro da escura e tenebrosa mansão também rende boas cenas de porradaria. Porém, a sequência mais interessante se encontra nas 3 primeiras páginas do capítulo 3. Um “corte de comparação” (que descobri agora ser a tradução mais aceita do termo cinematográfico match cut), transicionando entre uma lua semi cheia e o olhar incisivo do herói, apresentado em toda sua imponência no topo de um prédio na página seguinte. Imagens aparentemente simples, mas que nas mãos de Marshall Rogers adquiriram um forte poder narrativo.

Então, chegamos ao terceiro (e até então, último) volume, que compila as 6 partes de Batman: Dark Detective, marcando o reencontro de Rogers com Steve Englehart, e mais uma vez Coringa reivindica os holofotes, dessa vez lançando sua candidatura para prefeito de Gotham. Quem retorna também é Silver St. Cloud, dessa vez ainda mais próxima de Bruce Wayne. Vários pontos positivos da última parceria são retomados pela dupla de criadores, em especial o encadeamento de eventos entre edições e as sub-tramas que dão um gostinho do que estar por vir.
Uma coisa a ser ressaltada nesses dois últimos volumes é a colorização. É recorrente artistas clássicos sofrerem com a utilização exacerbada de recursos modernos em suas publicações recentes, mas aqui, tanto Danny Vozzo quanto Chris Chuckry souberam aproveitar a arte técnica e metódica de Rogers com o uso de cores bem definidas, com poucos degradês.

Durante certos momentos da história, o Espantalho explora temores secretos de Batman, e esse roteiro culmina em um trecho simples, mas de uma composição artística muito bela, onde os dois antagonistas resolvem o conflito em uma fazenda. E para fechar com chave de ouro, Englehart nos apresenta a maluca casa do Coringa, onde Silver está sendo mantido refém, e o herói deve enfrentar os mais variados mecanismos e armadilhas absurdas para resgatá-la.
A batalha final é empolgante; e Marshall Rogers compõe as páginas de um modo excepcional, complementando o texto de Englehart, que reforça os dois malucos fantasiados como lados da mesma moeda. Um discurso que talvez possa já parecer batido, mas sempre é efetivo. Pra fechar as 172 páginas da edição, temos também a segunda parte do texto de Alexandre Callari (começou no volume 2), entitulado “O Marechal do Morcego”, apresentando detalhes e curiosidades da carreira de Marshall Rogers. Uma ótima adição a revista, e que espero se tornar padrão nas coleções futuras.

Então, ficamos por aqui. Se você é um corajoso/desocupado/fiel leitor e chegou até final desse post, deixa aí o que achou; se não, me mande tomar no cu por não ter exercitado o poder de síntese e feito em Fast Review. Ou se quis só olhar e ir embora, obrigado pela leitura, e até a próxima!

Achou que ia ter nota na parte 2? Se fodeu, volta lá pro começo, ou utilize a segunda opção do parágrafo anterior. xisde

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Marshall Rogers: o Marechal do Morcego (parte 1)

Republicando histórias clássicas do Cruzado Encapuzado (uma de minhas denominações favoritas, e infelizmente em desuso, do Batman), Lendas do Cavaleiro das Trevas é uma das coleções de super-heróis mais interessantes no mercado. Reeditando artistas marcantes da historiografia da personagem, já tivemos sub-coleções com Alan Davis, Jim Aparo, Neal Adams e, atualmente , Gene Colan. Mas hoje o post é para falar um pouco sobre os 3 volumes completos que reúnem os melhores momentos de Marshall Rogers no morcego.
Ex- estudante de arquitetura, Rogers teve uma ascensão meteórica dentro do mercado de quadrinhos no anos 70, em especial por seus cenários incrivelmente complexos para a época. Muitas de suas marcas visuais serviram de referência para a aclamada Batman Animated Series, garantindo vaga no panteão de grandes desenhistas a ilustrar o detetive mascarado.

No volume 1, temos edições do seu início de carreira na revista Detective Comics. Em maioria roteirizadas por Steve Englehart, uma característica notável é que apesar de serem histórias avulsas, como de praxe nos anos 70, existe um encadeamento de eventos que confere a narrativa um ritmo muito gostoso de ler. A aventura do número seguinte é sempre sugerida por cenas da edição anterior.
Uma personagem recorrente dessa fase é Silver St. Cloud, organizadora de eventos que desenvolve uma relação amorosa com Bruce Wayne, e durante a trama começa a desconfiar dos segredos que o biliónario esconde. Além disso, Dick Grayson possui óimas participações, aqui já como estudante universitário, em posição de independência ao Batman, e não tardando em apontar falhas nos métodos do ex-parceiro.

Mas o destaque desse volume não pode ser outro senão a trama em duas partes contida em O Peixe Risonho e A Marca do Coringa (Detective Comics #475/476). Também escrita por Steve Englehart, é certamente uma das mais consagradas histórias a utilizar o Palhaço do Crime como antagonista. Em um plano surreal, onde o vilão envenena as águas de Gotham e tenta patentear os peixes que agora estampam seu sorriso. Com essa ideia maluca na cabeça, o Coringa então põe-se a assassinar os membros do governo que impedem a aceitação de seu projeto, e cabe ao Batman impedir.
Na representação visual de Marshall Rogers para o Coringa, é aparente a inspiração nos desenhos originais de Jerry Robinson e suas bases em O Homem que Ri, e certamente foi referência para o figurino de Jack Nicholson anos depois. Paralelamente, nesta história o vilão está perfeitamente caracterizado. Um plano maluco, cômico e até bobo (e não seria essa a definição básica do “jóquer”?), dando consequência à uma execução perigosa, recheada de reviravoltas no humor imprevisível do psicopata e comumente fatais para quem tenha o azar de estar no mesmo ambiente.
A última sequência dessa edição esbanja todo o talento de Rogers. O vilão foge entre as estruturas metálicas de um prédio em construção, e mesmo com a chuva pesada sobre si, nosso herói dá uma bela exibição de suas habilidades acrobáticas, alcançando o Coringa apenas para presenciar o final eletrizante (literalmente) desta aventura. Um show de narrativa visual e literária que por si só já vale a leitura, fiquei vidrado do começo ao fim.


O Batman mais quadradão e robusto de Rogers é um visual que curto bastante, e permite várias composições interessantes usando sombras e a longa capa do herói, bastante enfatizada pelo artista. É perceptível o quanto Rogers vai se familiarizando com essa dinâmica, culminando em duas edições com clima de terror escrita por Len Wein, fechando o encadernado de 164 páginas.

É já que o texto ficou beem longo, acho que esse é um bom ponto pra deixar uma quebra, então fiquem ligados no PdI quem em breve você vai encontrar a parte 2, que ficou encarregada de dissertar sobre os dois últimos volumes, nos reencontramos lá!

E não, não tem nota, então se quiser saber o que achei do primeiro volume de Lendas do Cavaleiro das Trevas: Marshall Rogers, toma vergonha na cara e volta lá pro começo do post.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Emmy 2016 - ganhadores

Pois bem, pois bem! Eae, galera, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje vamos dar uma olhada nas séries VENCEDORAS do Emmy 2016. Vamos lá:

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Emmy 2016 - considerações sobre melhor série/elenco

Pois bem, pois bem! Eae, galera, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje resolvi fazer umas considerações totalmente aleatórias sobre o Emmy 2016, que vai rolar no próximo domingo, 18 de setembro. Vâmo nessa:

Fast Reviews : Atos Finais 01



Roteiro: Pedro Ramos, vulgo Mamilos
Arte: Pedro Ramos

Fast Review: Guerras Secretas #3

Secret Wars 2015 #3 (BR: Volume 3)

Editora: Marvel / Panini
Roteiro: Jonathan Hickman
Arte: Esad Ribic
Cores: Ive Svorcina

A terceira edição começa com uma conversa entre o Doutor Destino e seu xerife, o Doutor Estranho. Dr. Strange parece ser uma espécie de porta voz real para Destino, ditando os acontecimentos do reino do Mundo Bélico.

Victor, entediado, confronta Stephen sobre assuntos mais importantes e os dois acabam discutindo sobre os primórdios da criação do reino. O Doutor Estranho aponta o fato de que ele poderia ter sido o Deus desse mundo no lugar de Victor, mas que negou assim que lhe foi oferecido e diz que pra ele é suficiente preservar o que foi salvo da incursão.

A conversa entre os dois é interrompida pela demanda da Arca encontrada em Utopia, onde a Cabala de Thanos estava em hibernação durante os 8 anos de existência do Mundo Bélico. O Titã e seus comparsas assassinam o comandante da Tropa Thor, fazendo com que um dos recrutas voe de volta à Destinogard, a fortaleza de Deus Destino.  Ao investigar o cadáver do Thor caído, o Doutor Estranho manda a tropa Thor fazer um reconhecimento em Utopia para achar os assassinos.

Após encontrar a Arca, Stephen Strange decide que é hora de revelar um segredo que há muito guardava em sua Ilha Oculta de Agamotto. Um tempo depois da criação do Mundo Bélico, o Doutor encontrou a Arca dos Illuminatti e a manteve escondida de Destino. Para surpresa de todos, o jovem recruta Thor consegue abri-la, revelando seu conteúdo.

No interior da nave, Reed Richards e os sobreviventes da Terra 616 questionam a Doutor Estranho o motivo de ter mantido a Arca tanto tempo escondida. Stephen revela à Reed que Destino salvou todos da incursão, o que deixa o líder do Quarteto furioso.

Em Utopia, a Tropa Thor encontra a Cabala de Thanos.

Será que o Titã sera páreo para tantos deuses do trovão?

(Nota: Essa edição é menor do que as demais, por conter um tie in deveras desnecessário e entediante)




quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Bátema de roupa nova

Pois bem, pois bem! Eae galera, beleza? Aqui quem fala é o PCB, e hoje venho vos mostrar a ROUPA NOVA do Batman dos cinemas. Vamos lá:
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Atos Finais